Exercícios de Dicção

 

Exercitando a Consoante M:

O mameluco melancólico meditava e a megera megalocéfala, macabra e maquiavélica, mastigava mostarda na maloca miasmática. Migalhas minguadas de moagem mitigavam míseras meninas. Moleques magricelas mergulhavam no mucurro, murmurinhando como uma matinada de macacos. A mucama modulando monótonas melodias moía milho e macaxeira para a moqueca e o mungunzá do medonho mercador de mumanamonas.

 

Exercitando a Consoante B:

Bela baiana, boneca de bronze, bailava brejeira um burlesco Bendenguê da Bahia. O barraco do Babalaô borborinha; Babel de baixada, bacanal de bárbaros, bebem, blasfemam, batem, batucam, bamboleiam no bulício de um bestial bambaquerê. Ao som de búzios, berimbau, baco-bacos, badalam, bimbalham, bolem, rebolam e berram: “É o bamba do bambu de bambuê, é o bamba de bambu de bambuá, bambulelê, bambulalá”.

 

Exercitando a Consoante P:

“Parece peta. A Pepa aporta à praça e pede ao Pupo que lhe passe o apito. Pula do palco e, pálida, perpassa por entre um porco, um pato e um periquito. Após, papando, em pé, pudim com passa, depois de paios, pombos e palmitos, precípite, por entre a populaça, passa, picando a ponta de um palito. Peças compostas por um poeta pulha, que a papalvos perplexo empulha, prestando apenas para apanhar os paios…Permuta a Pepa por pastéis, pamonha…Que a Pepa apupe o Pupo e à Popa ponha papas, pipas, pepinos, papagaios!” (Emílio de Menezes)

 

Pedro pediu perdão, padre parou para pensar, Pedro permaneceu parado, padre promoveu Pedro para presidente peruano particular para perambular pelo pântano procurando pintas pontudas particularmente pesadas, Pedro procurou pensando: padre pirado! 

O pinto pia, a pia pinga. Quanto mais
o pinto pia, mais a pia pinga.

Pinga pia, pinto pia. Pinto pia, pia pinga.

 

Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.

 

O peito do pé de Pedro é preto.

Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto,

tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.

 

O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa.

 

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porem, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido,porém personalizado, preferiu partir para Portugal
para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos
pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,pois
perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder
prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam
pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
-Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois
pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo
provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porem, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
– Pediste permissão para praticar pintura, porem,
praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
– Papai, – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste,
porem, preferindo,poderei procurar profissão própria
para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar,
procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois
pretendia por Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem
prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porem, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
pertinho, para procurar primo Pericles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porem prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porem, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois
pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei.
Portanto, pronto pararei. 

O prestidigitador prestativo e prestatário está prestes a prestar a prestidigitação prodigiosa e prestigiosa.

 

Exercitando a Consoante F:

Na oficina “Quem com ferro fere com ferro será ferido”, forjam fronte a fronte com fragor, o ferreiro Felisberto Furtado e seu filho Frederico Felizardo. Na fornalha flamejante fulge o fogo com furor; o fole frenético faz fumaça e fagulhas fulgurantes que ofuscam. Afinal ofegante e farto de fazer força, o Felisberto Furtado força o filho fanfarrão a forjar com firmeza e sem fadiga ferraduras, ferrolhos e ferramentas.

Fia, fio a fio , fino fio, frio a frio.

 

Exercitando a Consoante V:

O vento veloz varre a várzea com violência. Verdugo vingativo vergasta vigoroso a vegetação que reveste o vale vulnerável de Vetuverava. Gaivotas aventurosas voavam na voragem em vertiginosas reviravoltas.

 

Exercitando a Consoante T:

O turco tatuado, troncudo e tagarela com o tabuleiro a tiracolo, troca tudo pelo triplo: tecidos, trajes, ternos, túnicas, tapetes, toucas, tetéus, tesouras, talheres, termômetros, torneiras, tigelas, turíbulos, taramelas, tintas, treliças, tamborins, tartarugas, talismãs, e outros.

Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

O tempo perguntou pro tempo 
quanto tempo o tempo tem 
e o tempo respondeu pro tempo
que o tempo tem tanto tempo
quanto o tempo tem.

O atleta atravessou o Atlântico com o Atlas de atalaia.

O tatuador tatuado tatuou a tatua do tatu. Tatua tatuada enfezada, tatuou o tatu e o tatuador já tatuado!

 

Exercitando a Consoante D:

Dançam depressa, disciplinados e decididos os dez dedos delgados da datilógrafa dinâmica que decifram os documentos do déspota draconiano para o diário de deputado demagogo.

 

Exercitando a Consoante L e N:

Lana, Lina, Lena, e Lola levam Nila e Madalena nas salinas sonolentas para ver a lua em plenilúnio. Leonel leva o animal indócil pela alameda marginal. Calmaria, céu azul, sol fúlgido, libélulas ligeiras voltejam leves sobre lilazes em flor. No laranjal abelhas laboriosas em tumulto coletam o pólen para o delicioso mel de suas colméias. Por que palras pardal pardo? Palro, palro e palrarei, porque sou o pardal pardo palrador d´El Rei. 

Na noite de natal ninguém notou o anão Aniceto nanando a nenenzinha. Louvamos a leveza das lindas alouradas lavadeiras lisboetas na lida de lavar longos lençóis de linho.

Lalá, Lelé e Lili e suas filhas,
Lalalá, Lelelé e Lilili e suas netas
Lalelá, Lelalé e LeLali e suas bisnetas
Lilelá, Lalilé e Lelali e suas tataranetas
Laleli, Lilalé e Lelilá cantavam em coro
LÁLÁLÁLÉLÉLÉLILILI.

 

Exercitando a Consoante S e Z:

Sófocles soluçante ciciou no senado suaves censuras sobre a insensatez de seus filhos insensíveis.
Suave viração do sueste sussurrante sobre sensitivas silenciosas.
Sábios centenários assistiram sem se cansar a sensacional sessão, selecionando seus sessenta discípulos sorteados.
O saci passou assoviando e assustou as moças sensíveis.
A zebra zurrando ziguezagueava, zombando do zoófobo zaranza que zangado zurzia, com zaguncho do suevo.

Cinco oficiais esfomeados passando certo dia por Santos apreçaram salsichas:
Quando custam essas salsichas?
– Seis centavos.
E estas salsichas?
– Cinco centavos.
Quanto custam dez salsichas?
– A seis centavos são sessenta centavos e a cinco centavos são cinqüenta centavos; saibam que são saborosas e substanciais. 

Sob a sombra do cedro centenário o passante solícito descansa sossegado e sonhador.
A brisa silenciosa espalha as essências sutis do sândalo. A estrela cintila no céu imenso. Um pássaro de asas sedosas esvoaça sem destino.

sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar

Essa pessoa assobia, enquanto amassa e assa a massa da paçoca de amendoim.

 

Exercitando a Consoante J:

Vejo no jardim japonês gentis jaçanãs, jandeiras jaspadas, jaburus, janotas e juritis gemendo.

Nas jaulas o jaguar girando, javalis selvagens, jararacas e jibóias gigantes.

Girafa gingando com jeito de gente.

Jacarés, jucuruxus e jabotis jejuando.

 

 

Exercitando a Consoante X e CH:

Xaveco do Xavier chegou com o xalavar cheio de peixes. Xaréus, xareletes, xirás, xixarros e xundaraias.

O cheiro do chá da China chilreando na chaleira é chamariz.

Sacha saiu sem saber se Natacha, que Sacha sabia sem senso, saiu na chuva sem seu xale chinês.

 

 

Exercitando a Consoante R:


– Reboque rompeu na Rua Ramalho Ricardo, rolando ribanceira, retardando a recepção requintada.
– O rato roeu a roupa do rei de Roma e da Rainha Regina.
– Vera, Sara e Clara, adquiriram reles restos rotos de revistas remotas.
– O rato, a ratazana e o ratinho roeram as rútilas roupas e rasgaram as ricas rendas da rainha Dona Urraca de Rombarral.
– A serrilha do serrote do carpinteiro range serrando ripa verde.
– Ri o roto esfarrapado, ri o torto atarracado, mas não ri o morto aparvalhado.
– O melro comeu todos os pilritos do pilriteiro.
– A bilroeira bilrou os bilros.

 

A aranha arranha a rã.
A rã arranha a aranha.
Nem a aranha arranha a rã.
Nem a rã arranha a aranha. 

 

Aranha, ararinha, ariranha, aranhinha

Arara paralelo, tiro-liro, plan,plan,plan, tiro-liro, lirulá

A rosa perguntou à rosa qual era a rosa mais rosa. A rosa respondeu para a rosa que a rosa mais rosa era a rosa cor de rosa.

 

Exercitando a Consoante Q e G:

O liqüidificador quadridentado liqüidifica qualquer coisa liqüidificável e quebra as iliqüidificáveis 

A aglomeração na gleba glacial glosava a inglesa glamourosa que glissava com o gladiador glutão.

 

O gato cruel cravou as garras no cangote do camundongo que comia crosta de cará na cumbuca quebrada. O cão que cochilava acordou com o conflito e correu com o gato.

Articulação

Quando vamos cantar precisamos da técnica para que o som seja produzido com qualidade enriquecendo a interpretação fazendo com que nossa voz seja mais saudável uma vez que usamos manobras, recursos para aperfeiçoar nossa produção vocal.

 

A articulação é um fator muito importante para o canto, pois a mensagem precisa ser bem compreendida pelo receptor para isso precisamos pronunciar bem cada palavra ou frase.

Articulação é a movimentação muscular, articular dos órgãos articuladores, a saber: lábios, língua, musculatura do rosto, dentes e mandíbula.

As vogais são sons puros produzidos pelas pregas vocais e amplificados nas cavidades de ressonância.

As consoantes são produzidas diretamente pelos articuladores causando obstruções ao som diferentemente do que acontece com as vogais.

 


Manual de Dicção

Cantar em outra língua que não seja a sua nativa não é fácil, principalmente quando não a  domina. Para facilitar seguem abaixo algumas das principais diferenças entre os fonemas nos diversos idiomas.  

LATIM:

# Vogais: Sempre devem ser pronunciadas mesmo as duplas.

Ditongos:

Os ditongos AE e OE tem geralmente o som de e.

Os ditongos AU, EI são emitidos juntos embora tenhamos que ouvir as duas vogais.

Os ditongos OU e AI são pronunciados com hiatos.

A vogal U procedido por Q ou G sempre forma ditongo com a vogal seguinte como em guaraná ou qual.

# Consoantes:  sempre pronunciadas mesmo as duplas.

C antes de E, I, Y AE, oe soa como TCH em tchau. Quando se apresenta em forma de CH soa sempre como K como casa.

O encontro GE e GI se pronuncia como DGE ou DGi.

O encontro de GN soa como NH como em ninho.

J  soa como I. Ex Jubilate = iubilate.

M e N finais não nasalizam a vogal anterior e uma estratégia para que sejam pronunciadas corretamente é acrescentar após estas letras, em nível de pronúncia, um apoio vocálico neutro (e). Ex: bellum (e)

T é sempre pronunciado inclusive no final de palavras.

S sempre soa dobrado SS, mesmo entre vogais.

O encontro SCE e SCI soa como o dígrafo CH como em chuchu.

Z é pronunciado como DZ. Ex: zona + dzona.

 

ITALIANO:

Idioma importante para quem quer dominar a técnica vocal por ser considerado ideal para a colocação da voz e por isso os professores sempre escolhem canções italianas para integrar o repertório de seus alunos. O Italiano é bem melodioso; suas vogais são claras e os fonemas nasais são pronunciados separadamente.

# Vogais:

A: Som aberto. Ex: má, máma, máma mia

E: Som aberto ou fechado, dependendo da frase.

I: Como em Português.

O: Som aberto ou fechado dependendo da palavra ou frase.

U: Como no Português.

# Consoantes:

C antes de A, O, U soa como em casa.

CE  e CI soam como TCH em tchau.  Ex: cercare = Tchercare.

CHE e CHI  soam como que, qui. Ex: chiarelli = quiarelli.

G antes de A, O, U se pronuncia como em gago; antes de E e I como em dia (DJ).

Ex: gelósia = djelósia/ gema = djema.

GL soa como LH. Ex: Fíglio = filho

GN soa como em NH. Ex: Bágno = banho.

GU soa como em água, unguento.

L no início de sílabas soa como em lata; no final soa como em sal, porém sendo bem pronunciado e bem palatal.

QU como em qual, frequência.

R soa sempre vibrado. Entre vogais soa como em cara (Vibração simples); no final ou no início da sílaba soa dobrado (vibração múltipla).

SCE, SCI soa como CH. Ex: scefe = chefe.

X soa como em fixar.

Z, ZZ soa como TS. Ex: pizza = pitsa.

 

ESPANHOL:

O Espanhol tem como característica de ter um ritmo mais acelerado em sua pronúncia.

# Vogais:  Na maior parte das vezes fechadas (Ê, Ô)

# Consoantes:

C antes de E, I soa ss.

CH soa como tch como em tchau.

G e J soa como r. Ex: Jardim =  rardin.

L dobrado (LL) pronuncia-se como o dígrafo lh ou como dj dependendo da região.

Ñ soa nh como em ninho.

R se pronuncia  bem vibrado.

V soa como b. Ex: vivo = Bibo.

X soa como s em início de palavras ou como ks como em fixo no meio das palavras dependendo da região.

Z é pronunciado como SS.

 

ALEMÃO:

# Vogais:  

Ä soa como e. Ex: käse = kese.

ÄU soa como oi. Ex: Läuten = loiten.

EI se pronuncia ai. Ex: reise = raise.

Eu se pronuncia oi. Ex: Heute = hoite.

IE soa como vogal i longa. Ex: Liebe = libe.

OE e Ö se pronunciam com a boca fechada em posição do u. Ex: Schoene = chêne, töne = têne.

Ü se obtêm pronunciando i como quem vai pronunciar u. Ex: Tür.

 

# Consoantes:

CH soa como h aspirado.  Ich = ih. Esse fonema não temos no Português ele soa bem na parte posterior do palato.

CHS soa x como em axila. Ex: Achese = akse

D no final de palavras soa como t. Ex: kind = kint.

H aspirado no começo de palavra. Ex:  hand. Não se pronuncia no final de palavras (schuh = shu), entre vogais  (ruhe = rue) e quando seguido de consoante (Wahl = val).

J somo como i. Ex: Jeder = ieder.

M e N quando no fim de palavras nasalizam. Ex: dem, In.

QU soa como qv. Ex: quelle = kvele.

S soa como z antes de vogal (sonne = zonne) e s “molhado” como os cariocas, no início da palavra antes de consoante (spiel).

SCH soa como em Português. Ex: shein = chain.

V tem som de f. Ex: Vater = fater.

W tem o som de v. Ex: Wandale = vandale.

X soa como kss. Ex: Kux = kukss.

Z soa como tç ou tss. Ex: zungue = tssungue.

 

INGLÊS:

O inglês geralmente é pronunciado com pouca articulação (boca fechada, músculos relaxados, língua recuada, articulação mole, lábio superior pouco se move).

# Vogais:  

O muito parecido com a. é uma mistura de O + A. Ex: amor = amor/calor = calór.

# Consoantes:

T é pronunciado com a ponta da língua nos dentes superiores mais ainda o th. È uma mistura de Th +S +F. Não temos esse fonema em nossa língua.

R quase não é articulado. Ex: Carolina = cawrolina/agora = agowra.


Exercícios de Dicção

FONEMA B

À boca de um beco
Na bica do Belo
Um bravo cadelo
Berrava: báu, báu.

Um bêbado, um botas
De bolsa e rabicho
Embirra c’o bicho,
Bateu-lhe co’um pau.

Foi grande a balbúrdia,
A turba se ria,
O bruto bramia,
E o broma a bater!

Bote a bota no bote e tire o pote do bote.

A babá boba bebeu o leite do bebê.

FONEMA C

O que é que Cacá quer? Cacá quer caqui. Qual caqui que Cacá quer? Cacá quer qualquer caqui.

Se cada um vai a casa de cada um
é porque cada um quer que cada um lá vá.
Porque se cada um não fosse a casa de cada um
é porque cada um não queria que cada um fosse lá.

 

A cara da cora
Quando cora
Deixa claro
Que mais clara
Do que a cara
Da cora
Só a cara
Da clara clara.

 

– Oh que eco que há aqui?
– Que eco é?
– É o eco que há aqui.
– O quê, há eco aqui?!
– Há eco há.

 

FONEMA D

Um doido destes de pedras,
Por nome Andrónico André,
Casado com Dona Aldonça,
Que em vez de dois, tinha um pé.

Devora Dor Doída, Distante Da Dor Desmedida, Daquilo Dista Dimensões, Do Devorador Disto!

AOS DOMINGOS
SEU DOMINGOS
DEIXA AS DÍVIDAS,
DEIXA AS DÚVIDAS
E SE DIVERTE
COM DADOS
E DOMINÓS.

 

FONEMA F

Fia, fio a fio , fino fio, frio a frio.

Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.

Não sei se é fato ou se é fita, Não sei se é fita ou fato.O fato é que você me fita E fita mesmo de fato.

FONEMA G

O GAITEIRO GARIBALDI
GUARDA A GAITA
E GARGALHA COM GRAÇA.
SE VÊ A GRAÇA
ENGRAÇANDO
TODA A PRAÇA.

 

FONEMA J

A jarra de barro de Jairo que Joca jogou em Juca, juntou-se a jarra de barro de Júnia, que Juca jogou em Jairo.

 

Jacarés japoneses de Jacarepaguá, chamaram gigantesca jiboiajacarepaguense para jogar xadrez,  sabedores que a gigante  jiboia já jogava xadrez junto com os geniais  jovens jabutis.

 

José Sanches Xavier de Souza Júnior, jacente e jururu, jurava jogar fora os jogos que ganhara de Jurema.

 

Na cesta de junco jogada  no sujo lago Juruna, havia jabuticaba,   jaca e jiló. Girinos juntaram tudo pra jantar num jarro super sujo.

 

José jurou jantar jiló junto com Janaína em Januária, se Janaina e Janio juntarem, num jarro, jamelão, jambo, jaca e toda  jabuticaba jogada no chão.

 

O juíz Júlio julgou justo  que o jóquei Juliano  se juntasse a Júnior Jairo e João James e Janio Jaques no jogo.

 

A jocosa jaçanã anã, subia com jovialidade   as jabuticabeiras de Jabuticatubas, girando e  jogando jabuticabas,  para a jacutinga, o jacaré e o jocoso jaburu.

 

Os jasmins dos jardins do jardinista Jacinto, jaziam junto ao gigantesco jequitibá.

 

Casa suja, chão sujo (Repetir 5 vezes)

 

A naja egípcia gigante age e reage hoje, já.

 

Eu congelo a água gelada com gelo que tem selo à prova d’água.

A JANDAIA
DO SEU JANJÃO
JUNTOU COM O JURITI
DO SEU JURANDIR
E COMERAM TODO JACÁ
DE JACA
QUE IA
PRA JUNDIAÍ.

 

FONEMA L

Lalá, Lelé e Lili e suas filhas, Lalalá, Lelelé e Lilili e suas netas Lalelá, Lelalé e LeLali e suas bisnetas Lilelá, Lalilé e Lelali e suas tataranetas Laleli, Lilalé e Lelilá cantavam em coro LALALALALALALALÁ.

Se a liga me ligasse, eu também ligava a liga.
Mais a liga não me liga, eu também não ligo a liga

 

FONEMA M

Maria-Mole é molenga, se não é molenga, Não é Maria-Mole.

É coisa malemolente, Nem mala, nem mola, nem Maria, nem mole.

 

MENINO QUE MUDA MUITO
MUDA MUITO DE REPENTE,
POIS SEMPRE QUE A GENTE MUDA
O MUNDO MUDA COM A GENTE.

 

FONEMA N

 

FONEMA P

O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto, tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.

 

Se o papa papasse papa Se o papa papasse pão, Se o papa tudo papasse Seria um papa -papão.

 

Pardal pardo, por que parlas? Parlo porque sempre parlei, porque sou pardal pardo, parlador del-rei.

Pedro pediu permissão para passar pelo portão para pegar o pardal pelado pelo pescoço.

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, p assou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo Pereceu pintando… ‘
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

O PADRE PEDRO
PEGA O PRATO
E PAPA QUE PAPA.
E QUANDO O PADRE PEDRO
PAPA, NÃO PARA
NEM PRO PAPA.
E DIZEM QUE PRAGA
DO PADRE PEDRO
PEGA E PREGA.
MAS QUEM PEGA A PRAGA
DO PADRE PEDRO
NO PREGO E PREGA,
A PRAGA NÃO PEGA.

FONEMA Q

O QUERO-QUERO QUER
PRO QUATI
O QUE O QUATI QUER
PRA TI.

 

Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três. Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um dos quadros três.

 

FONEMA R

O rato roeu a rolha da real garrafa do rei da Rússia!

O Rato roeu a rica roupa do rei de Roma!
E a rainha raivosa rasgou o resto
e depois resolveu remendar!

A aranha arranha a rã
A rã arranha a aranha
Nem a aranha arranha a rã
Nem a rã arranha a aranha.

Uma aranha dentro de uma jarra.
Nem a jarra arranha a aranha
nem a aranha arranha a jarra.

O livro raro traz tais trechos
que rapidamente se o rasga.

 

Atrás da porta torta tem uma porca morta.

Em rápido rapto, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros.

Rebola reboladeira, menina reboladora. Rebolando é que se rebola, cuidado para não pegar o “amigo” do ébola!

O RATO ROEU
A RAPADURA
E SE ARREPENDEU
E DIZ QUE SÓ RAPA AGORA
SE FOR RAPAMOLE.

 

FONEMA S

Sabia que a mãe do sabiá não sabia que o sabiá sabia assobiar?

O sabiá não sabia. Que o sábio sabia. Que o sabiá não sabia assobiar.

O doce perguntou pro doce Qual é o doce mais doce Que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce Que o doce mais doce que O doce de batata-doce É o doce de doce de batata-doce.

 

Olha o sapo dentro do saco O saco com o sapo dentro, O sapo batendo papo E o papo soltando o vento.

Essa pessoa assobia, enquanto amassa e assa a massa da paçoca de amendoim.

 

O SAPO SABICHÃO
SÓ SAI DO BREJO
E SOBE EM SAPATO
SE A SUCURI SAI DE SI
E SONHA COM SOPA
DE SAPO.

FONEMA T

Tinha tanta tia tantã. Tinha tanta anta antiga. Tinha tanta anta que era tia. Tinha tanta tia que era anta.

O tatuador tatuado tatuou a tatua do tatu. Tatua tatuada enfezada, tatuou o tatu e o tatuador já tatuado!

 

Trabalhadores tropeiros trotantes traziam trapos e troços nas trouxas trançadas com tripas tratadas . Truque trazido pela astuta tropa das trinta tribos dos trópicos.

 

Tapas, truques, trotes e trapaças da trupe do traiçoeiro Trancoso Turrão.

 

Tenente, tente trinta tiros até triturar a tábua toda.

 

Tonho trouxe na tigela tomate,  toranja, tofu, tomilho e toucinho.

 

Todos os treze tubarões tatuados da Tanzânia trouxeram tartarugas tostadas para a torta da turma.

 

Tanta taça tinha tia Tânia, tinha tia Tânia tanta taça… Tia Tânia tinha até taça pra tinto e também taça de titânio. Tinha tia Tânia até taça de tábua, e também taça de taquara. Tinha taça tamanha, tia Tânia, que tia Tita a trolou  tacando tinta na taça de tinto, que tombou e tingiu o tapete de tia Tânia.

 

FONEMA V

VOVÔ, DE TANTO VAI E VEM
DE TANTO VEM E VAI,
VAI CASAR COM UMA VIÚVA,
UMA UVA,
NO INVERNO QUE VAI
OU NO VERÃO QUE VEM.

 

FONEMA X

Cozinheiro cochichou que havia cozido chuchu chocho num tacho sujo.

O X DO PROBLEMA
PRO BANDIDO
É FAZER XIXI
NA XÍCARA
DO XERIFE.

FONEMA Z

A ZAZÁ SE ZANGA
COM ZEZÉ
E FICA ZONZA
E FAZ ZORRA
E ZARAZANGA
E VIRA ZOMBARIA

 

ENCONTRO CONSONANTAIS

A lontra prendeu a Tromba do monstro de pedra E a prenda de prata De Pedro, o pedreiro.

Não confunda Ornitorrinco com Otorrinolaringologista, Ornitorrinco com ornitologista, Ornitologista com Otorrinolaringologista, Porque ornitorrinco É ornitorrinco,Ornitologista é ornitologista E otorrinolaringologista é Otorrinolaringologista.

Larga a tia, largatixa! Lagartixa, larga a tia!Só no dia que sua tia Chamar largatixa de lagartinha!

 

 

Quem a paca cara compra, paca cara pagará.

 

Se cada um vai a casa de cada um é porque cada um quer que cada um lá vá.Porque se cada um não fosse a casa de cada um é porque cada um não queria que cada um fosse lá.

Lá de trás de minha casa Tem um pé de umbu butando Umbu verde, umbu maduro,Umbu seco, umbu secando. (Do filme “Central do Brasil”)

Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos,quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.

Três tigres tristes para três pratos de trigo.Três pratos de trigo para três tigres tristes.

O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem.O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

 

Gato escondido com rabo de fora tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora.

 

Se o bispo de Constantinopla
a quisesse desconstantinoplatanilizar
não haveria desconstantinoplatanilizador
que a desconstantinoplatanilizaria
desconstantinoplatanilizadoramente.

La vem o velho Felix com o fole velho nas costas.
Tanto fede o velho Felix, quanto o fole velho nas costas do velho Felix, fede

Casa suja, chão sujo (Repetir 5 vezes)

A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.

 

AO TOPAR COM
TRÊS TIGRES TAGARELAS
TRÊS TATUS
FICARAM TÃO ATARANTADOS
QUE TOCARAM TERRA
NA PRÓPRIA TOCA.

 

O URUBU OLHOU FUNDO
PRO LADO DO TATU
E O TATU NÃO ATUROU
E QUEBROU O PAU:
— ATÉ TU, SEU URUBU,
QUER A PELE DO TATU?

 

Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretérita perfeitíssima.

 

A vida é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamente, sem suceder o sucesso…

Atrás da porta torta tem uma porca morta.

 

A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada.

Bagre branco, branco bagre.

 

Caixa de graxa grossa de graça.

 

É muito socó para um socó só coçar.

 

Eu cantarolaria, ele cantarolaria, nós cantarolaríamos, eles cantarolariam.

Cozinheiro cochichou que havia cozido chuchu chocho num tacho sujo.

 

Chega de cheiro de cera suja.

 

Gato escondido com rabo de fora tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora.

Luiza lustrava o lustre listrado; o lustre lustrado Luzia.

Não sei se é fato ou se é fita, Não sei se é fita ou fato.O fato é que você me fita E fita mesmo de fato.
0 desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacariaas cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.

 

O marteleiro acertou Marcelo com o martelo. Martelo, marteleiro, martelada, Marcelo, dor que não quero!

 

Essa trava é uma trova prá te entravar. Entravar com uma trova é uma trava de lascar!

 

Para ouvir o tique-taque, Tique-taque, tique-taque, Depois que um tique toca E que se toca um taque.

 

UM BODE BRAVO
É UMA BARRA!
E O BODE BERRA
E O BODE BABA
NA BARBA

ENTRAR COM UM ELEFANTE
— MESMO ELEGANTE —
NUM EDIFÍCIO,
É FÁCIL OU DIFÍCIL?
MAS EM ESBOÇO
UM ELEFANTE
— MESMO ELEGANTE —
CABE ATÉ NO BOLSO.

 

A FLORA DO SEU FLORIPES
FABRICA FLORES FABULOSAS
E FAZ FORTUNA
VENDENDO FLORES,
VENDENDO ROSAS,
NA FEIRA
DAS SEXTAS-FEIRAS.

 

O QUE HÁ,
O QUE HÁ,
COM O AGÁ
QUE A GENTE SABE
E VÊ QUE HÁ,
MAS NA HORA DE FALAR
NEM PARECE QUE HÁ?

 

NO INÍCIO
DO ITINERÁRIO
UM ÍNDIO VIU
O RIO
E VIU A IARA
E RIU QUE RIU,
OLHANDO A IARA
OLHANDO O RIO.

 

QUANTA GENTE GRANDE
COM ONDA DE IMPORTANTE
E É SÓ VERNIZ,
POIS NÃO SABE NADA
DO QUE DE REPENTE
ANDA RENTE
DO SEU NARIZ.

 

O PREFEITO MOÇO
PROMETEU OVO
MUITO OVO
PRO POVO.
E QUANDO GANHOU
O PREFEITO NOVO
DEU BANANA PRO POVO.

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